Blog

Tem coisas que a gente só entende quando sente

Compartilhe

Histórias reais sobre maternidade, família e amor na Teorema Sistemas

Na Teorema Sistemas, sempre acreditamos que uma empresa é feita de muito mais do que processos, sistemas e resultados. Ela é construída por pessoas, histórias, famílias e sentimentos que caminham juntos todos os dias.

A cada matéria, blog ou postagem, compartilhamos um pouco da essência de quem faz parte da nossa trajetória  colaboradores, diretores, parceiros e pessoas que ajudam a transformar a Teorema em muito mais do que um ambiente de trabalho: uma verdadeira família.

E hoje, representando tantas histórias que existem dentro da nossa empresa, estão o Julio, pai da pequena Antonella; a Maria, mãe da Cecília; a Silmara, nossa diretora, mulher empreendedora e mãe; e a Eva, nossa copeira e, de certa forma, a “mãezona” da Teorema, sempre cuidando de todos com carinho e atenção.

Ser filho, ser mãe, ser pai, ser avó, ser empreendedor ou ser trabalhador… cada pessoa vive isso de um jeito único. Em diferentes momentos da vida, passamos a enxergar esse amor por ângulos diferentes. Quando somos filhos, muitas vezes não entendemos certos cuidados. Quando nos tornamos pais e mães, começamos a sentir. E, quando paramos para observar, percebemos que esse cuidado atravessa gerações.

Nesta matéria, reunimos histórias reais de pessoas que vivem esse sentimento todos os dias — cada uma à sua maneira. Pessoas que fazem parte da Teorema Sistemas, que conhecem a empresa e também são conhecidas por ela, não apenas pelo trabalho que realizam, mas pelas histórias e sentimentos que carregam dentro de casa.

Olhares diferentes, rotinas diferentes, vidas diferentes… mas todos conectados por algo em comum: o amor que não se explica, apenas se vive.

E talvez, ao ler cada uma dessas histórias, você também se enxergue em algum momento. Porque, no fim, ser mãe, ser filho, ser pai ou fazer parte de uma família é carregar sentimentos que atravessam gerações e encontram novas formas de existir todos os dias.

 

 

Maria – o olhar de quem se tornou mãe

“Tem coisas que a gente só entende quando se torna mãe.”

Quando era filha, eu achava minha mãe exagerada com tantos cuidados.

“Cuidado com quem você anda.”

“Cuidado onde vai.”

“Cuidado com isso, cuidado com aquilo…”

Naquela época, eu não entendia que o amor de mãe quase sempre se disfarça de preocupação.

 

Depois que crescemos, os cuidados mudam. Já não é mais sobre atravessar a rua ou escolher amizades… é sobre saber se você chegou bem em casa, se já comeu, se está se cuidando.

Quando descobri minha gravidez, ela foi uma das primeiras pessoas a saber. E eu lembro perfeitamente do medo e da ansiedade ao contar. Mas, como sempre, ela esteve ao meu lado em cada momento  principalmente nos dias mais difíceis da espera pelo parto.

Minha gestação foi até 41 semanas e 3 dias… parecia que o tempo tinha parado, e a preocupação dela só aumentava.

Hoje, me vejo repetindo exatamente as mesmas preocupações. Prestando atenção nas amizades, no que minha filha assiste, nas brincadeiras… falando aquelas frases que um dia achei tão clichês:

“Depois a gente compra.”

“Vai devagar.”

“Se cuida.”

E então eu entendi.

Entendi que amar também é vigiar, proteger, orientar e, muitas vezes, sentir medo em silêncio.

Minha mãe foi muito além de uma mulher forte. Além dos quatro filhos de sangue, ela também abriu o coração para um filho de alma. E eu espero carregar ao menos um pouco da garra, do amor e da força que ela sempre teve.

Mãe, espero ser para minha filha um pedacinho da mãe maravilhosa que você sempre foi para mim.

“Porque o amor de mãe não envelhece, não diminui e nunca deixa de cuidar… ele apenas encontra novas formas de amar.”

 

 

Júlio Cézar Fabiane,  o olhar de quem vê o amor em três gerações

“É diferente quando você passa a ver esse amor acontecendo diante dos seus olhos.”

Marido de Camila, filho de Ana Cláudia Soares Fabiane e pai de Antonella Jomes Fabiane.

Quando eu paro para olhar com mais calma, eu vejo o quanto ser pai mudou meu jeito de sentir e enxergar as coisas. Hoje eu entendo melhor tudo o que minha mãe fez por mim… cada cuidado, cada preocupação, cada gesto simples que antes parecia normal, mas que, na verdade, sempre foi amor.

E, quando eu olho para a Camila, eu vejo tudo isso acontecendo de novo, só que agora com a nossa filha. Nos detalhes do dia a dia, na forma como ela cuida, protege, ensina e se dedica… dá para ver o tamanho do seu amor. E isso me toca de um jeito muito verdadeiro.

Também é especial ver minha mãe como avó. O carinho dela continua o mesmo, mas de um jeito mais leve, ainda cheio de cuidado. É bonito ver ela fazendo parte disso com a gente.

E a nossa filha… mesmo tão pequena, já está cercada por todo esse amor. Isso me dá uma paz enorme, porque eu sei que ela está crescendo em um ambiente cheio de cuidado e afeto.

No fim, ver três gerações assim, conectadas, me faz ser ainda mais grato. E me faz querer ser melhor todos os dias como homem, filho e pai.

 

 

Silmara – ser mãe, filha e mulher empreendedora

“Ser mulher, mãe e empreendedora é carregar muitas versões de si.”

Ser mulher empresária, profissional, mãe e esposa é viver em múltiplas dimensões ao mesmo tempo  e, ainda assim, conseguir manter uma identidade própria que atravessa todas elas.

É acordar com a mente já organizada entre compromissos, decisões e responsabilidades, mas também com o coração atento às pequenas necessidades de quem depende de você. É transitar entre reuniões, metas e estratégias, enquanto, em paralelo, existe um cuidado constante com a família, com a casa e com os vínculos que sustentam tudo isso.

Ser empresária e profissional é assumir riscos, liderar, tomar decisões difíceis e sustentar escolhas que nem sempre são visíveis para os outros. É construir algo com as próprias mãos, enfrentar incertezas e, muitas vezes, seguir firme mesmo quando o cansaço aparece. É aprender a ser forte sem perder a sensibilidade.

Ser mãe é um outro tipo de liderança  mais silenciosa, mais profunda. É ensinar sem perceber, é ser observada o tempo todo, é saber que cada atitude, cada reação e cada valor vivido no dia a dia está formando alguém. É carregar a responsabilidade de guiar, proteger e, ao mesmo tempo, preparar para o mundo.

Ser esposa é cultivar parceria. É dividir a vida, os desafios e as conquistas. É aprender a ceder, a apoiar e também a ser apoiada. É construir junto, respeitando as individualidades, mas fortalecendo o que é comum.

E, no meio de tudo isso, existe algo ainda maior: a continuidade. Aquilo que veio de antes. Os aprendizados, conscientes ou não, que foram absorvidos ao longo da vida — especialmente da figura materna. A forma de cuidar, de enfrentar dificuldades e de se posicionar diante do mundo. Muito do que se é hoje tem raízes profundas nessa história.

Ao mesmo tempo, há a consciência de que tudo isso não termina aqui. Existe alguém observando agora. Alguém aprendendo com cada gesto, com cada escolha e com cada forma de lidar com a vida. Ser essa mulher é também ser ponte entre o que foi e o que será.

É entender que não se trata de dar conta de tudo perfeitamente, mas de sustentar, com verdade, todos esses papéis. É reconhecer a própria força, inclusive nas imperfeições. É saber que, mesmo nos dias mais difíceis, há construção acontecendo.

Ser essa mulher é carregar heranças, fazer escolhas e deixar marcas  no trabalho, na família e nas pessoas que seguem depois.

 

 

Eva – o amor que aparece nas atitudes

“Nem todo amor precisa de muitas palavras  às vezes ele aparece nas atitudes.”

A Eva talvez não fale muito sobre si mesma. Mas quem convive com ela sente, todos os dias, o cuidado, o carinho e a força que ela carrega.

E para falar dessa mulher, ninguém melhor do que suas filhas: Tatiane, Daiane e Fabiane.

“Pra mim, ela é o meu lugar no mundo. Não importa a idade, o lugar ou o tempo… eu sempre vou querer o colo dela.

Ela é tudo o que eu admiro: honesta, de uma fé inabalável, acolhedora e carinhosa. E sei que tudo o que eu falar aqui sempre vai resumir minha mamadi em amor.

Mas tudo isso é o que todos veem. Eu tenho o privilégio de ver além. Ver ela me dar o amor que talvez não tenha recebido na infância. Ver ela fazer minha comida preferida de quando eu era criança. Ver ela ser a pessoa mais engraçada da casa. Se preocupar se outra pessoa tem o que comer ou acolher alguém que está vivendo um luto.

E, ao mesmo tempo, ser um verdadeiro furacão quando precisa defender os filhos.

São tantas coisas que tornam minha mãe única… Já disse isso pra ela e repito: Deus me deu tudo quando me trouxe ao mundo como filha dela. Eu não poderia pedir mais nada.

Te amo, mamadi. Muito mais do que consigo colocar em palavras.

Você é o meu amor.”

 

No fim, pouco importa o papel que cada um ocupa.

Se é filho, mãe, pai, filha, avó, empreendedor ou trabalhador…
cada história carrega sua própria forma de viver esse sentimento.

 

O amor de mãe não se mede, não se compara e, muitas vezes, nem se explica.
Ele se sente e talvez seja isso que une todas essas histórias, em diferentes caminhos, com diferentes vivências, todos, em algum momento, param e percebem… que esse amor sempre esteve ali.

 

Compartilhe

Últimas Notícias

Mapa do Site

Endereço

Contatos

Rua Frei Caneca, 1713 Santana
85070-170 Guarapuava – PR

Redes Sociais

(42) 3035-4030

Teoremasistemas@gmail.com

Mapa do Site

Endereço

Rua Frei Caneca, 1713 Santana
85070-170 Guarapuava – PR

Contatos

(42) 3035-4030

teoremasistemas@gmail.com

Redes Sociais

Home

Menu

Contato

Pesquisa